como controlar o processo de impressão ofsete?

 

 

Resposta: 
O processo ofsete é o mais complexo de todos os processos de impressão devido ao grande número de variáveis envolvidas. Controlar o processo significa manter estas variáveis sob controle. Existem instrumentos que auxiliam esse trabalho. Os mais importantes incluem:
(a) densitômetros - permitem controlar a densidade dos filmes (fotolitos), a linearização das imagesetters, a densidade das tintas nas provas e nos impressos, o ganho-de-ponto, a sobreposição (trapping) das tintas, o contraste relativo, o mapeamento de gamut etc.
(b) pHmetro (peagâmetro) - avalia a acidoalcalinidade da solução de molhagem.
(c) condutivímetro - mede a condutividade da solução de molhagem.
(d) relógio comparador - compara a altura da superfície da blanqueta com a altura das guias do respectivo cilindro, para garantir que a velocidade superficial da blanqueta seja igual à velocidade superficial das guias, evitando problemas de fora-de-registro, slur, duplagem e ganho-de-ponto.
(e) medidor de espessura do filme de tinta - para controlar as variações na alimentação de tinta ao longo da tiragem, geralmente causadas por variações na reologia das tintas ou alteração no nível de emulsionamento de água em tinta.
(f) dinamômetro - usado para acerto objetivo (numérico) da pressão de rolos dos sistemas de molhagem e tintagem, garantindo a sua precisão, independente do operador.
(g) torquímetro - para tensionar as blanquetas com força constante e uniforme.
(h) micrômetro de carga estática - para verificar a espessura de materiais compressíveis, como as blanquetas, os papéis e as folhas de calço.
(i) escalas de controle - para controle densitométrico ou visual das chapas, do ganho-de-ponto, do slur, da duplagem, do registro, do trapping etc.

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