o que fazer para garantir a qualidade de impressão?

 

 

Resposta: 
O número de variáveis associadas aos insumos usados na impressão (fotolitos/arquivos, papéis, tintas, chapas, blanquetas, solução de molhagem, solventes etc.), assim como o seu inter-relacionamento, torna a tarefa de imprimir muito complexa e sujeita a erros. Alguns fatores são críticos e devem ser considerados em primeiro lugar:

(a) fotolitos/arquivos - algumas variáveis (compensação de ganho-de-ponto, balanço de gris, equilíbrio cromático, compressão tonal, escolha da lineatura de retícula e da forma de ponto etc.) só podem ser manipuladas na fase de pré-impressão e, quando mal acertadas, tornam o trabalho do impressor muito difícil.

(b) papéis - as principais características dos papéis relacionadas à printabilidade são: a lisura, a porosidade, a resistência superficial (a seco e a úmido) a brancura e a opacidade.

(c) tintas - as tintas devem ter tack elevado e graduado na seqüência decrescente da primeira à última cor impressa; sua viscosidade deve ser compatível com a velocidade da impressora e com a porosidade do papel; sua cor deve ser coerente com o conceito de seleção de cores adotado na pré-impressão e o seu tipo adequado ao tipo de papel.

(d) chapas - a copiagem das chapas deve ser feita de modo a garantir a mesma curva de reprodução dos fotolitos/arquivos, ou seja, devem exibir pontos de retícula variando de 1% a 99%, ou próximo disso.

(e) blanquetas - as blanquetas convencionais reproduzem pontos mais precisos (menor ganho-de-ponto) do que as blanquetas compressíveis, embora estas últimas sejam mais resistentes ao impacto.

(f) solução de molhagem - esta é a variável mais crítica do processo ofsete e, por isso, deve receber a máxima atenção. Sua condutividade deve ser mantida num intervalo de variação não superior a + ou - 200 microSiemens e o balanço água-tinta deve ser ajustado de modo a envolver a mínima quantidade de ambos.